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Crítica - Como eu era antes de você


Vamos lá! Sim, Como eu era antes de você é um romance "água com açúcar", daqueles que você vai assistir pronta pra chorar, à la A culpa é das estrelas. 

Jojo Moyes conseguiu conquistar seu público alvo com o livro e não foi diferente com o filme, que por sinal, foi ela mesma que escreveu o roteiro, ou seja, não temos muito do que reclamar, logicamente o filme não tem toda riqueza de detalhes do livro, porém, eu particularmente não senti falta de nada muito importante, o que é um mega ponto positivo para o filme, já que muitos filmes inspirados em livros deixam a desejar. 

Will Traynor (Sam Clafin - galã Finnick Odair de Jogoz Vorazes) é um jovem bem sucedido, que pratica esportes radicais, fica com garotas bonitas e ama a sua vida. Até que, em um dia de chuva comum, toda sua vida se transforma, ele é atropelado por uma moto, ficando tetraplégico. É claro que ele não aceita essa situação, se torna fechado e triste, não sai de casa e não quer saber de companhia. 

Por outro lado temos Lou, Louisa Clark (Emilia Clarke - Daenerys Targaryen da série Game of Thrones) com toda sua alegria e claro suas roupas e sapatos hilários de tão brega. Lou não sabe esconder quem ela é de nenhuma maneira e isso nos traz muitas risadas durante o filme. Uma menina feliz que gosta da vida que leva e não sonha alto, com um namorado que não tem nada a ver com ela, Patrick (Matthew Lewis - sim, Neville Longbottom de Harry Potter),  acaba precisando de um emprego e indo parar na casa de Will Traynor, sendo, contratada para ser sua cuidadora, alguém para o motivar. 

O que Lou não sabia é que seria tão difícil, Will não torna a vida dela fácil. Porém, o jeito caloroso e alegre dela acaba por vencer e a partir de então acompanhamos uma trajetória engraçada de chorar de rir e ao mesmo tempo com um toque de amor muito bem construído. 


Quando fui ao cinema ver o filme eu tinha certeza que iria chorar, porém, não tinha ideia de que ia rir tanto, o elenco arrasou, deixando os personagens leves e descontraídos. Emilia realmente fez um belo trabalho, deu um ar muito alegre e sorriso cativante para a personagem, assim como Sam não deixou que a pena surgisse em primeiro lugar quando olhassemos para Will, ao invés disso podemos ver primeiro a personalidade forte do personagem. 

Claro que o final do filme gerou controvérsias, para alguns um ponto positivo, um diferencial que gera reflexão e para outros um ponto negativo, por deixar aberto questões complicadas. Mas isso cada um de nós tiramos nossas próprias conclusões. Na minha opinião - de uma pessoa que gosta de romance Nicholas Sparks - foi um final emocionante que deve ser interpretado de coração aberto. 


Até mais, 


Beijooos! 


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