Análise - The Elder’s Scroll V – Skyrim

Por Henrique - 15 janeiro

Classificação:
★★★★★
Título: The Elder’s Scroll V - Skyrim
Série: The Elder’s Scroll
Gênero: Ação e RPG
Produtora: Bethesda Sofworks
Plataformas: PS3, Xbox 360, PC, PS4, Xbox One.
Horas jogadas: 300+
Ano de lançamento: 2011, 2016 (remasterização)

Conceitos principais: 

O jogo se inicia no ano de 201 da 4 Era, na província de Skyrim, ao Norte do continente de Tamriel, se passando 200 anos após os acontecimentos de The Elder’s Scroll IV – Oblivion e 30 anos após uma grande guerra entre o Império dos humanos e o Aldmeri Dominion dos elfos. Com a vitória do último, sérias sanções foram impostas ao império, uma delas sendo a proibição do culto a Talos, considerado herege pelos elfos.

Essa proibição foi um dos motivos ao qual surgiu uma facção dentro da província de Skyrim, desejando cultuar seu principal deus, essa facção é liderada pelo Jarl Ulfric Stormcloak de Windhelm, este um homem carismático, que deseja uma província livre para os Nórdicos, como são chamados os nativos da região.

No meio desse conflito, seu personagem é preso e sentenciado a morte, por agentes do império, que em uma armadilha, creem que você faz parte da facção rebelde (aos olhos do império). Momentos antes de seu personagem ser executado, o qual pode ser de 9 raças diferentes totalmente customizável por você, eis que surge um dragão e vilão principal do jogo, Alduin o Comedor de mundos, que destrói a cidade na qual você está e encadeia todos os eventos do jogo.

Além dessas diversas raças, ainda há a possibilidade de diversas classes, como guerreiro, ladrão, mago, assassino. Todos eles com variedades na sua própria classe. Também é possível misturar todas essas especialidades. Criando um ser extremamente poderoso.

Possuindo um mapa com quase 40 km² em sua área principal, que se torna maior com as expansões que foram lançadas posteriormente, o jogo é inteiramente independente da ação do jogador, um exemplo seria lobos caçando outros animais, como cervos ou coelhos.

As atividades possíveis no jogo são tão diversas e variadas que você pode passar centenas de horas jogando e não fazer tudo.

Ele se trata de um jogo no qual se tem a liberdade para  fazer as mais diversas atividades, desde cortar madeira para o pessoal de uma lenharia, ajudar um cachorro a ajudar seu dono ou até encher a cara, roubar uma ovelha e brigar com gigantes, no melhor estilo de Se beber não case.

Existem grupos e organizações espalhados pelo mapa, como os Companions em Whiterum ou a Guilda dos ladrões em Riften, Cada uma com suas regras internas, códigos e modo de agir. É possível que você como personagem entre e participe em todas, interagindo com os membros, fazendo amizades ou inimizades.  Até mesmo se apaixonado e casando, o que é possível, incluindo casamentos gays, que são legalizados no jogo.

Experiência pessoal:

Eu conheci o jogo no começo de 2012, meu primeiro personagem era um Wood Elf, ou Elfo da floresta, que utilizava magia de conjuração, invocando um lobo para lutar ao meu lado, e utilizava um arco como arma principal, e uma espada de uma mão como arma secundária.Infelizmente eu tive que trocar de computador, então não pude jogar muito com ele.

Depois que reinstalei o jogo no novo computador, eu comecei a jogar com um Khajiit, um homem gato, literalmente. Ele se utilizava da sua visão noturna para poder atacar os inimigos, e eu o fiz como um soldado imperial, dedicado a destruir a causa dos Rebeldes Stormcloak, o que ele fez com maestria.

Joguei com os mais diversos personagens, desde magos, guerreiros, ladrões, monges, assassinos, um deles era um caçador de vampiro, outro era um ferreiro que vagava por ai criando armaduras e armas, ainda teve um que vagou por toda a província atrás de sua esposa, que desapareceu após um ataque de dragão, somente para a achar morta. 

Dicas e opções de jogo: 

Uma das dicas que eu dou a aqueles que começarem a jogar, seria de decidir o que você planeja fazer com o seu personagem, se ele será uma pessoa boa que ajuda os mendigos, ou um vilão que sacrifica esses mesmos a seus deuses negros.

Outra, seria a de que estipulem um tempo máximo de jogo, no despertador de seu celular, pois é fácil começar a jogar depois do almoço e olhar para a janela e ver o sol nascer. (Caso que já aconteceu comigo, algumas vezes).            

Defeitos:    

O jogo recebeu notas máximas em quase todas as revisões de jogos que sofreram, é utilizado como um marco na história dos jogos, merecidamente, mas não é perfeito. Mesmo assim esses defeitos não diminuem a maestria do jogo, tanto que com a comunidade nos PCs, podem ser corrigidos facilmente.

Alguns desses defeitos seria a fraqueza das campanhas principais, a com os dragões e com a guerra civil, que poderiam ter sido muito mais empolgantes. Não que elas sejam ruins, apenas não são tão incríveis como o resto do jogo.

Outro defeito, que foi corrigido na versão remasterizada, seriam os gráficos, que para a época eram um pouco ultrapassados, mesmo sendo lindos, ainda apresentavam serrilhados e alguns erros (que no começo eram muitos erros, mas isso foi corrigido).

Conclusões: 

Por fim, o jogo é uma obra prima, sendo extremamente bem feito e proporcionando tanta diversão que mesmo após centenas de horas de jogo, você ainda voltará para jogar mais.

É um jogo que todos que vieram depois, foram comparados a ele, e que deve ser jogado por todos que tiverem a chance.

Trailer do jogo: 



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