Curiosidades de um poeta que nunca amou

Por Gabrieli Andrade - 11 novembro


Esses tempos alguém comentou ao meu lado no ônibus sobre "estar perdidamente apaixonado". Eu nunca me senti assim, pensei  na hora. Aí surgiu um sonho. Quero conhecer um amor que me faça sentir frio na barriga, que me faça rir, que me faça companhia. Um amor presente, intenso e único, como aqueles de filmes que te fazem chorar e sorrir em questão de segundos.

Quero entender a magia que faz tudo ficar melhor ao lado de alguém. Quero achar o sentido daquelas frases clichês românticas, saber até onde vão as batidas aceleradas de um coração apaixonado.

Não pretendo me fixar nesse mundo do amor, dos amantes. Quero ir para saber como é viver em uma montanha russa de sentimentos. Desejo apenas uma viajem rápida até a terra dos suspiros, pois segundo viajantes experientes que consultei, quem conhece esse tal de amor também está exposto a uma doença terrível desta terra  estrangeira, eles chamam de CP (coração partido).

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