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Crítica - O Vendedor de Sonhos


Se tem uma coisa para se dizer do filme O Vendedor de Sonhos, é que tem frases de efeito a todo momento! Hahaha' 

A história gira em torno de Júlio César e o "Mestre", um psicólogo renomado e um mendigo respectivamente. Júlio decepcionado da vida tenta se atirar de um prédio e é convencido do contrário pelo "Mestre" com uma conversa original, aquela parte, pra você que já conhece o autor, que se acomoda e pensa "uhum Augusto manda ver". 

Com isso Júlio fica curioso para saber mais sobre aquele homem, e sem saber muito o que fazer da vida - já que, bem, um psicólogo tentar se atirar de um prédio não deixou a vida profissional dele melhor haha' - ele resolve seguir o "Mestre". 

Nessa jornada Júlio tenta se encontrar e aprende muito com o "Mestre" ao mesmo tempo que eles ajudam outras pessoas no caminho, como é de praxe do autor em seus livros. 

Sim, o filme foi muito Augusto Cury, com suas palavras de reflexão que atinge o coração com uma grande facilidade. O foco do filme foi realmente esse, os diálogos motivadores e reflexivos. E talvez devido a isso tenha deixado um pouco a desejar em alguns detalhes do roteiro como no fato de um mendigo entrar em um prédio sem ser parado por nenhum segurança - opa, como assim, vamos conversar querido falta algo ai - além da narrativa didática demais, mas com relação a isso, já era meio previsível que fosse assim devido a forma como Augusto Cury escreve, a intenção é realmente passar a mensagem. 

Na minha opinião, O Vendedor de Sonhos cumpriu seu papel, claro que ler um livro do Augusto Cury é muito mais emocionante, mas é um filme bom sim e se você gosta desse estilo mais reflexivo vale a pena assistir. 


Beijooos! 

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