Heroína

Por Gabrieli Andrade - 08 julho


Ela não tinha jeito de uma mulher heroína dessas que as revistas pregam. Não tinha superpoderes ( pelo menos visíveis), para vencer o mundo de todos, mas tinha a coragem para vencer seus medos,  e enfrentar o que for por quem ama.

Sua pele não era perfeita, pelo contrário,  tinha as marcas do sol que ela enfrentava desde muito menina,  as marcas de quem sofreu,  lutou,  e não desistiu. As marcas que a tornaram forte, guerreira.

Seu cabelo não era sedoso e bem cuidado como o das atrizes famosas, mas isso só prova que em primeiro lugar na sua vida,  viria quem precisasse dela,  seus filhos,  seu esposo,  seu próximo.  Por isso,  seus cabelos ficavam sempre em um plano futuro.  Ela não era descuidada.  Era vaidosa sim.  Mas não tinha como se dar o luxo de pagar por uma hidratação nos seus cabelos quando seus filhos precisavam de material escolar.

Aquela mulher,  do olhar quieto, cabisbaixa por se sentir nada especial,  não sabe que,  grandes advogados, doutores, homens e mulheres poderosos e influenciadores,  de caráter firme,  foram em sua maioria criados por uma mulher assim como ela. Humilde, lutadora, sincera e forte.  Poderosa sim,  por tudo o que ja passou,  nunca perdeu o brilho no olhar, o sorriso tímido e sincero,  a força de querer viver.

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